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Actualizações
Actualizado: 18/Nov/2008 - 01:00h

FresCo e FoFo, consulta aqui as Novidades do nosso site. As actualizações em tempo real.
HoJE temos NoVIdaDES…
(18-11-2008)
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Podes acompanhar o crescer do nosso site através do fórum, no tópico «O que há de novo na página? (2007/2008)»[clica AQUI para aceder] . Todas as actualizações ao site estão aqui descritas. Esteja atento, pois temos novidades.


ESTA SEMANA: 17/11/2008 a 24/11/2008;
1) Foram actualizadas as notícias de interesse geral;
2) Adicionada a actividade do 6ºano. Ver Área de Actividades;
Notícias Gerais
"Magalhães" retirados depois da saída de Sócrates(18-11-2008)
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Na passada quarta-feira, José Sócrates distribuiu mais de 250 Magalhães em Ponte de Lima. Todavia, no final do dia os alunos tiveram que os devolver porque era apenas uma "experiência" e falta cumprir as formalidades.
No passado dia 12 de Novembro, o primeiro-ministro deslocou-se a Ponte de Lima para inaugurar duas escolas e entregar Magalhães aos 185 alunos da Escola do Freixo e 74 aos alunos de Refóios. A distribuição foi feita pelo próprio José Sócrates e os miúdos não esconderam a sua alegria. O que só ontem se veio a saber foi que, depois da comunicação social ter registado o momento e os governantes se terem ido embora, os alunos tiveram que devolver os computadores que tinham recebido.
O presidente da Câmara de Ponte de Lima confirmou ao JN que a entrega foi uma "experiência" para os jovens "se familiarizarem com os computadores" e que os alunos estavam devidamente avisados que não iriam ficar com eles para já. Segundo Daniel Campelo, os 259 computadores estão nas instalações das escolas à espera das necessárias formalidades e do pagamento para serem entregues. O autarca confessa que no dia não se apercebeu de nada de anormal e que "não acha mal nenhum" na iniciativa.
O JN contactou o gabinete do primeiro-ministro que afirmou desconhecer por completo a situação, salientando que não teve qualquer papel na organização da cerimónia, cabendo a mesma ao Ministério da Educação.
Ontem ao final do dia, a directora Regional de Educação do Norte garantiu à agência Lusa que o facto dos computadores terem ficado na escola se deveu "única e exclusivamente à metodologia adoptada" pelos docentes de Freixo.
"Os professores optaram por trabalhar mais intensivamente a socialização dos alunos com os computadores e, por isso, decidiram que nesta fase inicial aquela ferramenta ficaria na escola. Tão simples como isto", garantiu Margarida Moreira, salientando ainda que os alunos da Escola de Refóios já estão a levar os seus computadores para casa.

Fonte: Jornal de Notícias
«Enquanto a ministra não bazar, esta escola vai fechar...»(18-11-2008)
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Alunos da Escola Básica 2/3 Azeredo Perdigão, de Viseu, manifestaram-se esta segunda-feira contra a política educativa, acusando a ministra Maria de Lurdes Rodrigues de estar a prejudicá-los ao sobrecarregar os professores com o processo de avaliação, noticia a Lusa.
Os portões da escola foram encerrados durante a noite com cadeado que acabaram por ser retirados pela PSP cerca das 8h45.
Parte dos alunos optou por frequentar normalmente as aulas, sobretudo os do quinto e sexto anos, mas cerca de uma centena permaneceu no exterior da escola, exibindo camisolas com as inscrições «Ministra para a rua, a luta continua». No gradeamento da escola foi colocada uma faixa, onde podia ler-se «Enquanto a ministra não bazar, esta escola vai fechar… chega destas leis… os alunos estão fartos».
Daniela Bento justificou à agência Lusa que os alunos estão preocupados «com o estado a que chegou a escola», porque «os professores andam cansados, não conseguem dar aulas, não passam tempo com a família, só andam com reuniões atrás de reuniões».
«Os nossos professores chegam às aulas cansados, mal nos conseguem ouvir e dar a matéria. Os professores têm muitas turmas e muitas reuniões», lamentou outra aluna, Beatriz Santos.
A aluna deu o exemplo da professora de Geografia, que «tem quase todas as turmas do oitavo ano e ainda turmas do sétimo» e que «está esgotada, porque tem reuniões até às tantas da noite e ainda vai para Aveiro para poder estar um bocadinho com a família».
Já Raquel Araújo queixou-se enquanto aluna e filha de uma professora.
«A minha mãe chega a casa cansada das reuniões, não consegue fazer o jantar, quase nunca estou com ela. Ela só está na escola, com reuniões, e quando está em casa é no computador para trabalhar para a escola», contou.
Os estudantes mostraram-se também preocupados com o regime de faltas previsto no novo Estatuto do Aluno, dizendo desconhecer o despacho assinado domingo pela ministra da Educação, que desobriga os alunos com faltas justificadas da realização de um exame suplementar.

Fonte: Portugal Diário
Galp dá desconto de 6 cêntimos/litro ao fim-de-semana(18-11-2008)
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A Galp Energia lança no próximo sábado, dia 8 de Novembro, uma campanha de descontos de seis cêntimos por litro de combustível em abastecimentos realizados ao fim de semana.
A campanha, dirigida a todos os clientes Galp permanecerá em vigor durante seis semanas em cerca de cem postos de abastecimento da rede Galp nas zonas da Grande Lisboa, Grande Porto, Viseu e Castelo Branco, explica a empresa em comunicado.
Esta campanha de preços aos fins-de-semana é ainda acumulável com outras promoções em vigor nos postos seleccionados, como os descontos da promoção Vice-Versa e a atribuição e troca de pontos Fast por desconto.
Recorde-se que a Galp Energia e a Sonae mantêm ainda a promoção cruzada («Vice-Versa») que possibilita aos clientes dos postos Galp e dos hipermercados Continente e Modelo, usufruírem de descontos em compras nos hipermercados e nos combustíveis Galp, que representam até 10 cêntimos por litro abastecido.

Fonte: Agência Financeira
Greve Nacional para 3 de Dezembro(18-11-2008)
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A Plataforma Sindical de Professores agendou esta segunda-feira uma greve nacional para 3 de Dezembro e paralisações regionais para 9, 10, 11 e 12 do mesmo mês, caso o Ministério da Educação (ME) não suspenda o processo de avaliação de desempenho, noticia a Lusa.
Em conferência de imprensa, o porta-voz da plataforma sindical anunciou ainda que se o processo não for suspenso até ao dia 15 do próximo mês, os sindicatos apresentarão um novo pré-aviso de greve, «que coincidirá com a semana das avaliações do primeiro período».
«Não hesitaremos em avançar com isto tudo se o ME não suspender a avaliação», garantiu Mário Nogueira.
De acordo com as acções de luta agendadas esta tarde, as greves regionais terão início dia 9 de Dezembro na região Norte, seguindo-se o Centro (dia 10), a zona de Lisboa e Vale do Tejo (dia 11) e o Alentejo e Algarve (dia 12).
Questionado pelos jornalistas se uma greve na semana das reuniões de professores para lançamento das notas não vai prejudicar os alunos, o dirigente sindical remeteu as responsabilidades para a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
«A única coisa que está a prejudicar os alunos é a teimosia da ministra em insistir com este modelo. Se até ao dia 15 não suspender a avaliação é a ministra que está a prejudicar os alunos. Tem muito tempo para resolver o problema», afirmou, acrescentando: «Os alunos poderão é vir a ter as notas mais tarde».

A Plataforma Sindical anunciou ainda a realização de uma vigília de 48 horas à porta do Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, a 4 e 5 de Dezembro.
Para a próxima semana já estão agendadas manifestações em todas as capitais de distrito: dia 25 no Norte, 26 no Centro, 27 na Grande Lisboa e 28 no Sul. Na sequência da manifestação de 08 de Novembro, que segundo os sindicatos juntou mais de 120 mil professores, foi ainda marcada uma greve nacional para 19 de Janeiro.
Para esta semana, os sindicatos apelaram às escolas para que suspendam a aplicação do processo de avaliação de desempenho, garantindo que já são mais de 124 os estabelecimentos de ensino que o fizeram: «Se o ministério não tiver coragem de suspender, a luta esta semana passa por ser escola a escola».
«O Ministério não deve ter vergonha de voltar atrás e corrigir o erro», acrescentou o porta-voz da Plataforma Sindical.
Em relação às etapas do processo de avaliação, os sindicatos vão entregar pré-avisos de greve para permitir que no dia em que se realize a observação de aulas, quer avaliador, quer avaliado, possam entrar em paralisação nesse momento.

Os sindicatos garantiram ainda que não vão iniciar qualquer processo negocial sobre um modelo alternativo enquanto o Ministério da Educação não suspender a aplicação deste modelo: «Não há espaço para qualquer regime simplificado ou flexibilização», garantiu.
«Qualquer tentativa de simplificar que não passe por sede de negociação e publicação de diploma é ilegal e será alvo de uma providência cautelar», anunciou Mário Nogueira.
As providências cautelares também serão impostas nos casos de professores não titulares que requisitados para avaliar colegas tenham de utilizar a quota para atribuição de «muito bom» e «excelente», à qual também são candidatos.
Fonte: Portugal Diário
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